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Vamos falar sobre as meninas e a Matemática?

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A pesquisa da OCDE sobre igualdade de gênero na Educação nos relata que:

Em geral, as meninas têm menos autoconfiança do que os meninos em sua habilidade para resolver problemas de Matemática ou de Ciências. As meninas também são mais propensas a expressar fortes sentimentos de ansiedade em relação à Matemática e isso é verdadeiro mesmo entre meninas de desempenho elevado.

No entanto, quando se comparam os meninos e meninas que relataram níveis semelhantes de autoconfiança e de ansiedade em relação à Matemática, a diferença de gênero em desempenho desaparece.

O PISA revela que as meninas tendem a se saírem melhor quando trabalham em problemas matemáticos e científicos que são mais semelhantes aos que são rotineiramente encontrados na escola. Mas quando obrigadas a “pensar como cientistas”, as meninas tem desempenho consideravelmente inferior em relação aos meninos.

Essa diferença de gênero na capacidade de pensar como um cientista pode estar relacionada à autoconfiança dos estudantes. Quando os estudantes são mais autoconfiantes, eles se dão a liberdade de falhar, de se envolver nos processos de tentativa e erro que são fundamentais para a aquisição de conhecimentos em Matemática e Ciências.

Para concluir: o PISA mostra que as disparidades de gênero no desempenho acadêmico não são determinadas por diferenças inatas em habilidade. É necessário um esforço concertado por parte dos pais, professores, políticos e líderes de opinião para que meninos e meninas sejam capazes de empregar todo o seu potencial e contribuir para o crescimento econômico e o bem-estar de suas sociedades.

Vamos juntos?

FONTE – O que está por trás da desigualdade de gênero na educação? OCDE.

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